Videos tutoriais roteiro CDS-ISIS

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Sumário

Apresentação

Olá, eu sou o Chico e trabalho com CDS/ISIS e programação em shell-script já tem mais de 10 anos. Nós que estamos na RedDes passamos um tempo conversando achamos que fazer alguns vídeos, tipo vídeo-aula, gravação de nossos desktops coisa de no máximo 15 mínutos, em linguagem informal, sem recursos tecnológicos de acabamento, efeitos e coisa e tal, sempre tratando de assuntos e temas que nos afligem no dia-a-dia seria uma forma bem legal de trocarmos algum conhecimento dentro da comunidade e além disso, quem sabe, nossa iniciativa estimule mais gente a colocar seus vídeos disponíveis também. Quem já tiver feito alguns videos com esses conceitos é só entrar em contato. Abraços,

Explicitação do tema

Como a tecnologia mais desconhecida circulando na RedDes é o CDS/ISIS, resolvi falar sobre bases CDS/ISIS de um modo geral, como são, como funcionam internamente e quais são seus principais arquivos e a interrelação deles. Que é para tentar manter um nível mínimo de conhecimento para todo mundo sobre o assunto. Por uma questão de princípios vamos começar do começo, falando do arquivo mestre e do arquivo invertido, que o mínimo necessário para armazenar a informação e poder recuperá-la. Vamos embora...

Exposição

Então vamos falar conceitualmente, o que é uma base de dados? Para nós serve a ideia que que um conjunto de informações a respeito de um assunto, um tema abrangente, que tenhamos foco nesse assunto, e queremos então organizar essa informação e torna-la recuperável. Por exemplo, a minha coleção de músicas. Eu gosto de música, eu ouço música, eu tenho uma porção delas em diversos meios: discos; CDs; fitas; mp3;... elas estão guardadas em algum lugar, eu preciso saber quais são, e, importante, preciso ter tudo isso a mão. Bom o que é preciso saber, minimamente, sobre a coleção?

  • O Genero de música
  • O Título da música
  • O Interprete daquela música
  • O Tempo de duração

Encontramos de cara quatro características que interessam.

Eu posso adicionar agora uma espécie de identificação única, um R.G., para aquela faixa musical de maneira que eu possa achar certa música em meio ao conjunto todo quando eu quiser, tecnicamente é um aretifício muito usado. Finalmente achamos ai cinco elementos de dados, como a gente chama, mínimos, poderemos ter muitos outros mais. Seja como for estes cinco elementos formam uma unidade completa e autônoma de informação sobre o objeto que estou armazenando em base de dados. Estas coisas todas eu vou guardar num arquivo eletrônico, como não temos como materializar um arquivo eletrônico eu vou desenhar aqui ao lado uma representação do conteúdo dele.

Então eu tenho uma primeira música registrada aqui, e nesse espaço vou colocar as informações: gênero; título; interprete, o tempo (que é um numerinho); e o identificador, o RG da minha música. A próxima faixa, a outra faixa, e assim por diante todas as faixas de música que eu tiver, tá!

No meu caso ai devo ter umas 20000 músicas, sei lá. Então com isto eu organizei, guardei a minha informação, isto aqui é o que a gente chama de ARQUIVO MESTRE, originalmente chamado Master File e abreviado muito comumente por M/F, então daqui para frente não estranhe se ouvir falar do M/F, estamos falando do master file. Com esta parte temos entao acesso aos dados efetivos, agora como que eu vou pinçar, como que eu vou recuperar os dados que estão aqui? Vamos supor que eu quero uma música que por acaso é o terceiro registro da base de dados, ou eu quero uma música que é o sexto, o oitávo, o milésimo registro. Eu preciso ter um classificador, que me diga onde esta o material que eu qeuro. Esse sujeito a gente chamad a de ARQUIVO INVERTIDO na filosofia do ISIS na maneira ISIS, normalmente no mercado isso é chamado de arquivo índice, no mundo ISIS a gente vai encontrar também a terminologia Inverted File ou I/F, então se na literatura a gente tiver esta citação não estranhe, nos estamos falando do arquivo invertido, arquivo de índices.

Esse arquivo a gente pode representa-lo, por causa da hierarquia da informação, como se fosse uma pirâmide com a base grande, onde eu vou pedir para o sistema ISIS me dizer aonde está dasda música que eu quero, dado título, dado interprete, algum tipo de coisa que eu queira. E o arquivo invertido vai apontar na base de dados onde esta a informação, se eu pergunto um autor ou um interprete, eu posso encontrar o quê? Ene registros que cumprem esta minha pergunta, respondem esta minha pergunta, se eu pergunto especificamente de um certo título, o arquivo poderá me apontar uma dada música, ou seus homônimos. Então esta é a maneira como o arquivo inveretido e o arquivo mestre vão se relacionar dinamicamente. Mas o quê são estes caras? São arquivo eletrônicos de computador, só que o arquivo mestre não é UM arquivo na verdade ele são dois arquivos: ele é o arquivo MST maiso arquivo XRF. No MST eu vou ter toda a informação, efetivamente, gravada. No arquivo XRF só vai ter marcas, ponteiros como a gente fala em sistemas, dizendo onde começa cada um dos registros. Esta indicação é o gancho para o arquivo invertido poder dizer para nós onde está efetivamenrte o dado que eu quero. E o arquivo invertido? Ele é um arquivo? Não! O arquivo invertido é constituído de seis outros arquivos. Então eu tenho um arquivo de controle, um CNT; tem dois arquivos que a gente chama de nós, como se fosse uma árvore, o n01 e o n02, tem dois arquivos que a gente chama de folhas, o l01 e o l02, e por fim tem o arquivo de ponteiros, o ifp, ou inverted file pointer que é quem indica os número de registro onde estão os dados procurados.

Revisão [discutir]

  • Padronizar o termo CDS-ISIS
  • Ao invés de falar em REDDES, fala por extenso, tipo Comunidade de desenvolvedores e Colaboradores técnicos de produtos desenvolvidos pela BIREME.
  • Ao invés de video-aula falar tutorial
  • Não especificar muito sobre tipo de banco de dados
  • Não necessita falar sobre arvore binária, termo complexo de compreensão
  • Só falar da chave de 10/30
  • Não estender muito sobre o que é um catálogo de música.
    • Ir direto: Como exemplo iremos tratar de um catálogo de musicas MP3 que está no meu HD
  • Não aprofundar sobre as aplicações. Simplesmente controlar o seu acervo de mp3
  • Sobre o Vídeo
    • A sala está ecoando muito
    • Utilizar uma camisa escura para o contraste com o branco do quadro
    • Na explicação do layot da base de dados, quando fizer o reticencias desenhar mais forte
    • O desenho da piramide invertida um pouco maior

Despedida e convite para mais

Bem por agora era isso que eu queria, assim todos nós passamos a ter uma ideia do que está sendo manipulado cada vez que lemos uma base de dados, ou procuramos algo nela. Num próximo encontro a gente vai melhorar o como operam em conjunto o arquivo mestre e o invertido, colocando um pouco mais de detalhes no processo que mostrei.